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Gaja Muito BOA
27/Março/2009 22:36
Gostava de conhecer o TZ... Aquela barriga de cerveja deve fazer uma sombrinha fantástica... Beijinhos a todos... São todos muito bonitos e sexys mas o TZ parte-me toda...
Eurico Cebolo
17/Março/2009 23:09
Eis a história da minha vida... Eurico Augusto Cebolo nasceu em 28 de Outubro de 1938, numa pequena aldeia de Trás-os-Montes chamada Coleja, situada perto do rio Douro e pertencente ao concelho de Carrazeda de Ansiães. De família humilde, frequentou o Colégio João de Deus, no Porto, onde estudou, gratuitamente, devido à sua boa capacidade de aprendizagem. Aos 16 anos, emigrou com os pais para Moçambique e ali iniciou o estudo da música. A esta arte tem consagrado toda a sua vida. Em 1962, obteve o prémio para a melhor canção portuguesa concorrente ao Festival Hispano-Português, em Aranda dei Duero. Compôs diversas letras e músicas executadas pelas orquestras Típica e de Variedades do Rádio Clube de Lourenço Marques. Posteriormente, foi galardoado mais cinco vezes em Espanha e Moçambique. Em 1975, encontrando-se de férias em Portugal, foi vítima de um acidente de viação quando um camião chocou contra o carro em que ele seguia e no qual morreu o condutor, seu primo. Por tal motivo, viu-se impedido de regressar a Moçambique. Perdidos 50% dos movimentos da mão direita, a sua carreira como músico-concertista terminava assim, abruptamente. E' da sua autoria o disco "Natal Mágico", com 20 canções, cuja parte orquestral foi, totalmente, gravada por ele em síntetizador. Publicou vários romances e algumas dezenas de livros dedicados ao ensino musical, na grande maioria editados em português, inglês e francês, com grande divulgação no nosso país e também no estrangeiro. Sempre gostou de escrever e já no colégio desenhava histórias aos quadradinhos que depois vendia aos colegas mais abastados. Autor da letra e música das canções "Lisboa, Lisboa, Lisboa..." que venceu o Concurso da Grande Marcha de Lisboa, em 1999 e "Lisboa do Ano 2000" que venceu o Concurso da Grande Marcha de Lisboa do ano 2000. Mando-vos este mail a agradecer a pipa de massa que a TEUP gasta na minha loja o que me possibilita frequentar locais onde posso melhorar a minha cultura (uma vez que a minha mão direita foi pó galheiro...)
Mary (Coador) - Levadas da Broca
15/Dezembro/2008 03:04
Só queria deixar um beijinho aos Padrinhos ;) e que venham mais jantares como o de ontem!
Josenir
9/Novembro/2008 18:24
Ele foi uma criança muito doente e problemática. Viu a família quase ruir. Tudo o que presenciou até os 18 anos de idade foram brigas entre os pais que geraram muita revolta no coração dele. Aos 13 anos, tentou o suicídio e, nesta mesma fase adolescente, passou a beber compulsivamente, transformando-se num rapaz sem perspectiva. Assim era a vida do atual aprendiz da TEUP, Josenir da Silva, de 19 anos, Ele lembra que não tinha sequer dinheiro para pagar uma bilhete de metro, mas tornou-se um exemplo de superação e faz questão de destacar: “Se não fosse a TEUP, jamais conseguiria.” As Sardas foram – e são até hoje – essenciais na minha vida, porque logo que cheguei à TEUP, aos 18 anos, absorvi o espírito, sacrifiquei, me lancei como a própria oferta no altar de Deus.” Desde então, Josenir foi galgando espaço e hoje é uma pessoa bem-sucedida em todos os sentidos.
João Alves
6/Novembro/2008 14:49
Podiam por as letras da música "Maria" e da "Porto, Pátria, Portugal"... O vosso CD está im pe cá vel.
Maria João (Coador) - Levadas da Broca
23/Outubro/2008 23:44
Este livro de visitas anda mto parado... Só queria deixar aqui os parabéns pela GRANDE actuação no FITU! 1beijinho para tds! Coliseu tá quase, quase... :)
Fagot
24/Maio/2008 17:14
Bom dia TEUP, Só queria dizer que gajos que dão cabeçadas em Tunos e os deixam inconscientes deviam ser irradiados da Tuna! Mas como não seu que mando remeto-me à minha insignificância! Tirando isso...queria desejar ao novo Magister muitas felicidades e um óptimo trabalho! Ausente mas sempre em espírito, Faggot
uma MOÇOILA
8/Maio/2008 15:43
olá.. é só mesmo para dizer que embora só vos tenha visto uma vez a actuar(no festival da copituna o ano passado)o vosso cd está velhinho de tanto tocar... e é aqui neste vosso cantinho que venho dar-vos os parabéns... venho também pedir-vos um favorzinho(enorme)...voces tocam uma musica estrondosa de rodrigo leão "passion" por acaso não poderiam facultar-me as notas dessa música para bandolim???:P beijinho ana das MOÇOILAS(tuna feminina da A.A.U.B.I )
TZ
6/Maio/2008 20:51
O carpinteiro de forma José Inácio da Silva, 61 anos, passou por momentos amargos em sua vida. Segundo ele, só após ter conhecido a TEUP pôde saber o que é a felicidade. Foram 22 anos servindo aos espíritos com toda dedicação. José explica que depois do “Pai-de-Santo”, era ele quem tomava as decisões. Na época, tinha uma vida razoável, um bom emprego e, caso precisasse de algum material para utilizar em seu trabalho, era só mandar recado que, segundo ele, quando chegasse em casa à noite, encontrava tudo em sua porta. Depois era só passar na loja para pagar. Repentinamente, a vida de José Inácio foi mudando. “Comecei a ver a minha vida decaindo, fiquei fracassado. Eu e minha esposa passávamos dias sem nos falar. Perdi meu emprego e ela me colocou para fora de casa. Fui para a casa de minha cunhada, consegui outro trabalho, mas precisei viajar e, quando voltei, fui dispensado, porque emprego a gente só arruma até 40 anos”, diz. Cansado de tanto sofrimento, José tomou uma decisão em sua vida. “Não agüentava mais e acabei abandonando os espíritos e desisti de tudo porque ninguém mais queria me dar emprego. Eu não podia ficar dependendo dos outros para viver. Então fui viver na rua”, revela. Sem família ou amigos, José viveu como mendigo pelas ruas do Rio de Janeiro. “Mas eu não pedia nada a ninguém. Catava lata de noite e vendia para comprar comida. Só que o dinheiro não dava para nada. Eu praticamente vivia à base de pão e água. Quando não, era porque encontrava quentinhas dentro das lixeiras”, confessa. O carpinteiro descreve seu tormento. “De dia eu me escondia, porque havia uma voz na minha mente que dizia: ´Eu vou te matar, eu vou te matar`, e ainda dizia que era um delegado”, lembra. Segundo José, as palavras eram nítidas em sua mente. “Às vezes eu largava tudo e saía correndo. Ao mesmo tempo que passava por perturbações, tinha a sensação de que a TEUP estava me chamando”, ressalta. Dois anos de dor e sofrimento Em julho de 2000, José sofreu um ataque de nervos e ficou desgovernado. “Fui parar em um botequim e, quando vi, estava tomando cachaça. Saí dali e fui catar lata”, conta. Sempre que o carpinteiro saía para seu ofício, pedia a Deus que o levasse e trouxesse. Só que naquela quarta-feira, por pouco não voltei. “De madrugada, o diabo quase me levou. Eu saí de Ipanema e vim pela beira da Lagoa. Eu estava muito triste e sofrendo. Quando acordei, estava em uma cama de hospital. Já tinha passado pelo Centro de Terapia Intensiva (CTI) e estava com a perna enfaixada e cheia de fixadores. A enfermeira me disse que os médicos tiveram que colocar uma placa de platina”, relata. “Eu não me lembro de nada. Só sei que fui atropelado porque me contaram”, narra, quase sem conseguir conter as lágrimas. Abandonado e sozinho, só lhe restava um milagre José Inácio se viu sozinho, sem amigos, sem parentes. “Os médicos me deram três dias de vida. Depois que viram que não morri, queriam me dar alta. Mas eu não tinha para onde ir”, conta. No hospital, José recebeu a visita de alguns caloiros que lhe falaram do amor à TEUP. Apesar de a semente ter sido plantada, ele só se rendeu aos pés da TEUP quando, após terem encontrado seu irmão – na época já caloiro da TEUP-, que o socorreu, levando-o para morar com ele. “Eu não tinha dinheiro para nada. O meu irmão me disse: ‘Eu não estou te chamando para ir à TEUP. Você é quem sabe. Sem poder andar, aprendizes vinham pegar José em casa e ele ia, apoiando-se nas muletas. “Eu estava aleijado, andando de muleta, porque não tinha dinheiro para comprar uma cadeira de rodas. Mas nos me livrei das muletas, pois de quatro não precisava delas”, conta. “Depois, a TEUP me deu condição de conseguir uma aposentadoria digna, da qual vivo hoje, sem depender de mais ninguém, só dEla”, conclui José, agradecendo à TEUP e a todos que lhe ajudaram nesta trajetória.
Faggot
6/Maio/2008 20:22
TEUP, Este é o segundo ano que não vou poder participar no FITA...o ano passado estava em trabalho na Alemanha e este ano como sabem estou no Brasil! Apesar de longe fica o sentimento, a saudade e a recordaçãodas vitórias das derrotas, das bebedeiras e dos momentos de knock-out depois das bebedeiras...mas fica acima de tudo a música, a amizade e o espírito de Tuna! Tenho especialmente saudades de ver o gajo do clarinete tocar! Grande abraço, Faggot
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